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quinta-feira, 3 de março de 2011

THE BAT (1926)

Um ladrão com uma roupa de morcego, U$ 200 mil roubados de um banco e escondidos em uma mansão onde mora uma mulher com sua sobrinha.


Suspense, um pouco de humor por parte da governanta Lizzie e muitas surpresas.
Foi esse filme que inspirou a criação do herói de Gothan City - Batman.
Do tempo do cinema mudo. Deu trabalho encontrá-lo, mas assistir a essa raridade compensa. Por enquanto só o tenho em torrent, mas está legendado em português.
Agradeço ao Dr. Phibes pela ajuda.

TORRENT
LEGENDA EM ESPANHOL
LEGENDA EM PORTUGUES

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

O HOMEM QUE RI (1928)

Duração: 110 minutos
Ano: 1928
Diretor: Paul Leni
Hospedagem: Megaupload

Herdeiro de um ducado, Gwynplaine (Conrad Veidt) é sequestrado quando garoto e, por ordem do rei, desfigurado. Deixando-o com o rosto esculpido num perpétuo sorriso macabro. Vira tração de circo e torna-se um famoso palhaço. Esse, é o início  da saga do heroi de aparência, mas, de uma humanidade comovente. O diretor e cenógrafo Paul Leni tinha um talento para cenários macabros, e a ambiciosa mistura de morbidez e melodrama histórico, funcionou muito bem para compôr este belíssimo e triste filme. Aqui, ele conseguiu construir uma das pontes mais sólidas - ao lado de Aurora, de Murnau - entre o Expressionismo Alemão e o Realismo norte-americano, integrando as plasticidade da cenografia estilizada ao dinamismo das cenas de ação.

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LEGENDA

Demorei para encontrá-lo em outra forma de download que não fosse torrent. Esse filme é belíssimo, mostra o que são os sentimentos puros. Entregue aos Comprachicos o pobre Gwynplaine foi desfigurado e mesmo com seu rosto fadado e sorrir para sempre, ele expressa a tristeza de um homem que teme não ser amado.
Vale muito a pena assistir ao filme, não se deixem levar pelo cartaz que pode fazer pensar se tratar de um filme de terror. Aliás, sabe porque temos essa sensação? Simples, a aparência do personagem Gwynplaine inspirou a criação do vilão mais perverso e macabro do universo das histórias em quadrinhos: o Coringa.   
Ohw mas não se deixem levar e assistam, esse palhaço sorridente é bondoso. 

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

FAUSTO (1926)

CINEASTA: F.W. MURNAU
GÊNERO: DRAMA/TERROR
DIÁLOGO: S/A
LEGENDA: PORTUGUÊS
TAMANHO: 539 MB
FORMATO: RMVB


Baseado na famosa peça de Goethe. Fausto (Gösta Ekman) é um velho alquimista que testemunha a cidade sendo tomada pela peste negra. Diante da morte dos demais, começa a pensar em sua própria, envocando Mefistófeles (Emil Janings) para que lhe dê a vida eterna e a juventude. Ele a consegue em troca de sua alma. O rumo das coisas começa a mudar quando ele se apaixona por uma jovem.

Fausto, de Murnau, foi lançado em 1926, uma época em que o expressionismo alemão já se encontrava em declínio, afetado pela ascensão do nazismo ao poder e pelo pensamento dos próprios realizadores de que o movimento já estava por demais assimilado e, portanto, perdera o seu impacto junto às platéias.
Ele faz parte da última fase da cinematografia alemã de Friedrich Wilhelm Murnau. Tratado como um arquétipo da alma humana, o mito de Fausto nunca se esgotou, tanto no simbolismo quanto na literatura, sendo revisitado por artistas posteriores à Goethe, como Puchkin, Christian Dietrich Grabbe, Paul Valéry, Fernando Pessoa e Thomas Mann. Fausto também se transformou em temas de peças musicais de compositores clássicos como Wagner, Berlioz, Schumann e Liszt.



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Sem dúvida é um de meus favoritos. Sempre gostei de Goethe e Fausto foi o segundo livro dele que li. A história é fascinante, a figura do demônio Mefistófelis é enigmática e ao mesmo tempo engraçada. Cláro que muito do enredo que está no livro não aparece no filme, mas é apenas detalhe para quem gosta dessa peça assim como eu. Completa ou adaptada ela sempre é ótima.



NOSFERATU (1922)

CINEASTA: F. W. MURNAU
GÊNERO: TERROR
ORIGEM: ALEMANHA
DIÁLOGO: ALEMÃO
LEGENDA: PT-BR
DURAÇÃO: 94 MIN
COR: PRETO & BRANCO (RESTAURADO)

Nosferatu, de 1922, é o primeiro filme de vampiro (que sobrevive até hoje) da história do cinema. Foi dirigido por Friedrich Wilhelm Murnau, um dos principais cineastas do chamado "expressionismo alemão", movimento que teve seu apogeu na década de 20 e influenciou gerações de cineastas nos anos vindouros. Baseado livremente no livro de Bram Stoker (Drácula), o filme enfrentou problemas de distribuição por não ter tido o aval da viúva do escritor, e quase desapareceu da face da Terra antes mesmo que atingir o status de clássico que possui hoje.
Para quem conhece a história de Drácula e suas inúmeras variações como adaptações cinematográficas, não há grande mistério no enredo deste clássico do cinema mudo. Os nomes dos personagens principais e alguns conceitos da história foram alterados, apenas isso. Agora, o famigerado vampiro é o conde Orlok, que também vive na Transilvânia. O jovem Hutter deixa sua esposa e parte de sua cidadezinha na Alemanha para se encontrar com o conde e intermediar a compra de um imóvel. Mas ele descobre a duras penas (e com referências nada sutis à palavra "pescoço") que não é essa a verdadeira intenção de seu anfitrião. Os caminhos de ambos divergem quando Orlok deixa o castelo para se dirigir à cidade de Hutter e o rapaz escapa corajosamente de seu cativeiro.


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Nosferatu de Murnau merece realmente o título de obra prima do horror. Há quem o assiste nos dias de hoje e tem certa dificuldade em classificá-lo como filme de terror ou até mesmo como um clássico merecedor de todas essas glória. Minha dica é esvaziar a mente de todos os preconceitos, tentar imaginar apenas a época - década de 20- seus valores, crendices e técnicas cinematográficas, ainda em ascenção. Deve-se sentir a beleza do filme, a riqueza da história, dos cenários e a figura horrenda que o conde Orlok representa. Antigo ou não, eu não gostaria de encontrá-lo em uma noite escura...